Certamento 2020 foi um ano difícil para vários setores do mercado em decorrência da pandemia, porém o nicho de second hand ou mercado de brechós mostrou um impressionante crescimento inclusive ganhando mais força no mercado digital. Mesmo em meio a caos social que vivemos negócios dentro desse meio foram destaques como por exemplo a compra de 75% do Troc ( um dos maiores sites de roupas usadas do Brasil) pelo grupo Arezzo e também parcerias entre a fast fashion Renner e o site de moda circular Repassa, além da tão comentada entrada do Enjoei, maior site do Brasil nesse nicho, na bolsa de valores.
No âmbito do instagram milhares de mulheres escolheram o brechó como fonte de renda na pandemia e uma bandeira a ser levantada.
A verdade é que á cada dia mais a consciência nas relações de consumo têm evoluído, além do mais a preocupação no que diz respeito a sustentabilidade ajudam o mercado de brechós a terem um crescimento significativo comparado a outros setores da economia.
Alguns especialistas prevêm que a curva de crescimento só têm a aumentar e estimam que até 2029 o nosso guarda-roupa será composto 17% de peças advindas de second hand.
Os brechós vêm ganhando cada dia mais adeptos e pouco a pouco vai deixando o estigma que levou por muitos anos de roupa empoeirada, roupa de pessoas mortas e outros para um status mais hype e de personalidade, inclusive ganhando respeito por quem até então não era adepto.
Diante das circunstâncias já é possível prevê vida longa aos brechós.




















































